<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803</id><updated>2011-08-05T13:37:52.727-03:00</updated><title type='text'>Teoria do Flogístico</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-4988769225573981726</id><published>2010-05-14T12:03:00.004-03:00</published><updated>2010-05-14T14:41:12.773-03:00</updated><title type='text'>Demonstrações Grotescas de Afeto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/S-1pEglfVAI/AAAAAAAAAEg/yM-aj8oc7Ac/s1600/onebwtxt.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 251px; height: 182px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/S-1pEglfVAI/AAAAAAAAAEg/yM-aj8oc7Ac/s320/onebwtxt.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471144648512590850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dormiu. Sonhou com coisas idílicas, lindas e leves. Conversas num pé de morro verde. Com casinhas de interior. Com mãos dadas e olhares cúmplices.&lt;br /&gt;Acordou. O inferno era lá. Descontentou-se com meras bobagens. Distraiu-se do ponto de foco. Brigou e amargurou.&lt;br /&gt;Dormiu. Sonhou que estava lá, ao seu lado. Na beira de uma piscina. Tomando um sorvete que tinha um gosto estranho. Os sorrisos pairavam no ar. Correram para o infinito.&lt;br /&gt;Acordou. Sentiu-se sujo,  usado, descartado. Vil, malvado. Machucado. Angustiou uma volta de que, inconscientemente, sabia de cor-e-salteado o desfecho. Esperou em Deus, em Alá... em qualquer coisa que lhe trouxesse paz.&lt;br /&gt;Dormiu. Novamente estava lá. E nada do seu dia fazia mais sentido. Só estar ali significava. Dessa vez o cenário – que de fato era o que menos importava – era uma estrada com marquise que ele bem conhecia. As mãos estavam dadas ainda. E mais risos. E um breve “te amo” entre os lábios.&lt;br /&gt;Acordou. E tudo continuava a ser como antes. O fingimento veio a tona. Sorriu de canto de boca. Chorou.&lt;br /&gt;Dormiu de novo. E dessa vez estava sentado numa nuvem. Grande e fofa. “O que passa na sua cabeça quando escreve, se eu soubesse te entenderia melhor”.&lt;br /&gt;“Eu não sei, meu bem, eu não sei”&lt;br /&gt;Foi acordado pelo despertador alvoroçado. Desligou-o. A saudade o fazia suar frio. E aquele sentimento de culpa, culpado, c-u-l-p-a-d-o. Que sentimento infeliz de querer voltar a dormir a qualquer custo e retomar do ponto onde estava. Exatamente do ponto em que se perderam.&lt;br /&gt;Dormiu novamente. E dessa vez procurou-a em todos os recônditos de sua mente, que era toda coração agora. Ouviu-lhe só a voz dizendo coisas que não formavam sentido, mas era doce e bela. Procurou mais um pouco. Sentou. Chorou e percebeu que o choro sonhado dói mais que o consciente, por que a lágrima não arrefece, tampouco acalanta a dor. É só o nó na garganta e desespero. Quis acordar mais que tudo na vida. Ainda permaneceu sonhando e viu um vulto vagando levemente com uma saia rodada e cabelos ao vento.&lt;br /&gt;Acordou. Recebeu conselhos. Uns frios, outros duros, outros menos duros e otimistas. Mas nada fazia sentido. Não queria ser aquele tipo de homem. Queria querê-la, pois mesmo que o matasse, o vivia. Dava-lhe vida.&lt;br /&gt;Dormiu. E compôs num misto de sentimentos outra realidade. Onde ele não espera que as portas abram ela entre, que um carro pare em frente à sua casa. Que seja surpreendido num domingo de manhã. Nem numa sexta-feira à noite. Onde os telefones realmente não tocam, nem ninguém se faz presente, só passado. Alto lá: estava dormindo ou estava acordado. Nem sabia mais. Que desatino.&lt;br /&gt;E na sua alma esperava apenas ouvir algo que não era vaidade, nem ego. Só a pureza de um enleio, que dura um átimo de tempo infinito e ninguém conhece sua natureza, ninguém a prende, nem a armazena. A pureza de um som que vem de dentro e reverbera na face. A pureza de um olhar que nada teme, e que despreza o mal. A pureza que poucas vezes percebemos ou nos damos conta. Por vezes até a descartamos, julgando-a infanti ou impúbere. Essa pureza imaterial que alguns tolos, apesar de desconhecer todos os mistérios, ousaram chamar de amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-4988769225573981726?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/4988769225573981726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=4988769225573981726&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/4988769225573981726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/4988769225573981726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2010/05/demonstracoes-grotescas-de-afeto.html' title='Demonstrações Grotescas de Afeto'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/S-1pEglfVAI/AAAAAAAAAEg/yM-aj8oc7Ac/s72-c/onebwtxt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-1415106062312476066</id><published>2009-09-30T13:34:00.000-03:00</published><updated>2009-09-30T13:38:18.429-03:00</updated><title type='text'>Selo Vermelho</title><content type='html'>A caixa vermelho carmim, com detalhes dourados&lt;br /&gt; O homem andando sempre, pra não se sabe onde&lt;br /&gt; Mas sempre andando&lt;br /&gt;Destilada, misturada léxica e morfologicamente &lt;br /&gt; E engarrafada na escócia  &lt;br /&gt;Onde homens de barba vermelha tocam &lt;br /&gt;um instrumento monotônico e usam saias &lt;br /&gt;Letras em alto relevo e minha face no chão molhado &lt;br /&gt;Arenoso, da calçada.&lt;br /&gt;Um brasão da dinastia, com cavalo e leão, &lt;br /&gt;que aludem a um reino forte. Um homem fraco &lt;br /&gt;No chão. Pensando. A garrafa seca.&lt;br /&gt; Ódio e impunidade, impotência. &lt;br /&gt;Falta completa de significado. Desconexão. &lt;br /&gt;Desconjuro pé de pato mangalô três vezes. &lt;br /&gt;Durmo.  Sonho em andar, mais uma vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-1415106062312476066?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/1415106062312476066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=1415106062312476066&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1415106062312476066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1415106062312476066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2009/09/selo-vermelho.html' title='Selo Vermelho'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-7014447311861764873</id><published>2009-07-05T16:59:00.000-03:00</published><updated>2009-07-05T17:02:31.287-03:00</updated><title type='text'>Trás pra frente</title><content type='html'>“Você sabia que já fomos uma única célula por cerca de meia hora?”. Falou por cima das páginas do jornal do dia. “Você ta lendo isso aí?”. Perguntou ela, distraída com seu café preto e uma revista qualquer. “Não, só pensei.”&lt;br /&gt;De diálogos assim começa o dia de qualquer pessoa. E não foi diferente no dia deles, que acabara de começar. Por mais estranho que pudesse parecer, era um dia comum, porém um dia totalmente atípico. Ele havia sonhado com coisas estranhas que pareciam reais e acordado no mundo real, parecendo estar sonhando. Pisou em nuvens.&lt;br /&gt;Ela por sua vez acordou como sempre meio mal-humorada, como acredita-se que todas mulheres acordam. Olhou por trás de um véu. Comeu pão com manteiga. Tomou café, sempre preto. Vestiu-se, despiu-se, vestiu-se novamente. Sentou-se na cama. Pensou no que fazer, e pensou em tudo.&lt;br /&gt;“E vamos viver do que?” Disse para ela. “Você trabalha, eu trabalho”. Falou, olhando as unhas e fingindo uma normalidade quase bruta. Enrolada nos véus. Enrolada talvez em algo mais, que ele não enxergava, mas que parecia viscoso e insolúvel. Pois ela acreditava que nunca iriam dar certo como um casal, pelo fato de ter o dedão do pé menor que os outros dedos. Um tipo de crendice maluca, daquelas de avó. Que aliado ao fato dele ter o dedão maior que os outros dedos do pé, reiteravam a previsão. “Você vai querer mandar em mim, e eu em você! Não vai dar certo” Ele riu, fez troça. “Nada como um dado científico, irrefutável.”&lt;br /&gt;“Olha, tá tudo apagado amor, vem ver, vem rápido.” Disse com certo entusiasmo, que por vezes beirava o infantil. “O quê? Ver o quê?”. Disse, encaminhando-se à porta do quarto. ”A lua! Olha, olha minha sombra”&lt;br /&gt;“Você fica linda de amarelo” Disse despropositadamente. Ela sorri. Sempre sorri. Como uma bonequinha de louça. Como daquelas que toda tia têm, fica dentro de uma caixinha de plástico transparente, e você nunca pode tocá-la.&lt;br /&gt;- Eu tenho medo!&lt;br /&gt;- Do que?&lt;br /&gt;- Desse sentimento...&lt;br /&gt;- Eu amo você.&lt;br /&gt;Num dia qualquer, um dia assim, foi calçar o sapato e passou a mão no dedão. Podia ser impressão dele, mas estava razoavelmente menor. E cada dia esboçava mais e mais uma franca vontade de diminuir. Até sumir se preciso fosse.&lt;br /&gt;“Eu adoro quando cai assim...” Disse a ele, com um ar de paixão. “Assim como?” Disse a ela sem soltarem as mãos. As mãos sempre estavam dadas. “Quando a chuva cai assim, bonito”.&lt;br /&gt;De repente, tudo fez sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-7014447311861764873?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/7014447311861764873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=7014447311861764873&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7014447311861764873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7014447311861764873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2009/07/tras-pra-frente.html' title='Trás pra frente'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-5299652219777679498</id><published>2009-05-10T18:48:00.004-03:00</published><updated>2009-05-10T19:00:28.447-03:00</updated><title type='text'>Flores Neon</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SgdNj-LNJ0I/AAAAAAAAAEU/wX15zBIS60E/s1600-h/1001202553_c67490b6e0.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334317564024399682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 290px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SgdNj-LNJ0I/AAAAAAAAAEU/wX15zBIS60E/s320/1001202553_c67490b6e0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Para Laís.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ar gelado da madrugada tocava seu rosto, acariciando-o com seus dedos frios. O cheiro de natureza estava por ali, em algum lugar – Talvez apenas em sua mente. Um trago, um pensamento. Entre tantos caiu um que gritava, chorava, pedia. Pegou-o, esbofeteou-lhe e enfiou dentro de uma caixa escura. Um alegre girando estava de saia rodada colorida, e um laço de fita. Outro velho e acabado estava dizendo nostalgias, impropérios, e reclamando. Todos pareciam fazer parte de um todo desconexo. Um branco, voando, livre. Um azul, perdido. Um vermelho, mordendo os lábios de angústia, de luxúria.&lt;br /&gt;Fazendo nada jus a uma noite vazia sua mente estava cheia, povoada. Um deles pulou e estrangulou-o, com força. Um carro passou e buzinou. Sua cara de espanto na sacada de seu apartamento era como uma profecia de culpa. E depois vieram dois mais, negros, lindos, como corvos. Que balançavam em um balanço sorrindo vaziamente. Um caiu e o outro voou numa brisa leve. O pandemônio continuou sobre chuva de sal, chuva de lágrimas, e impressionado ficou quando percebeu que seus sentimentos podiam interferir nessa reunião – feita com intuito de promover a desordem – e posteriormente, percebeu que seus sentimentos também eram pensamentos e ocupavam sua mente para dar-lhe o troco. Tomar controle. O seu desejo de identificação com a unidade, e com a criação, já era nulo. Apenas se entregou ao inevitável.&lt;br /&gt;Em frente a sua casa brilhava uma flor em neon. Vermelha pulsante. Um letreiro de estrondosa beleza urbana. Apenas adormeceu com os murmúrios de seus demônios interior, desejando apenas não sentir-se despedaçado, rachado, amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-5299652219777679498?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/5299652219777679498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=5299652219777679498&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5299652219777679498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5299652219777679498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2009/05/flores-neon.html' title='Flores Neon'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SgdNj-LNJ0I/AAAAAAAAAEU/wX15zBIS60E/s72-c/1001202553_c67490b6e0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-1634037296094721704</id><published>2009-03-27T16:36:00.006-03:00</published><updated>2009-04-05T12:38:46.505-03:00</updated><title type='text'>Breve obviedade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/Sc0rEhg_kwI/AAAAAAAAAEM/eKraRmejEeA/s1600-h/AtÃ©+breve.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317954091710649090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 308px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/Sc0rEhg_kwI/AAAAAAAAAEM/eKraRmejEeA/s320/At%C3%A9%2Bbreve.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ainda que não parasse de pensar naquele assunto que tanto lhe afligiu por um tempo indeterminado arrastando-se pelo seu ser até que não conseguisse mais suportar e urrando de dor quando sem querer em um despropósito qualquer encostava um dedo na ferida aberta exposta demais ainda para ser tocada lembrada ou algo do gênero entregou-se ébrio aos cantos sórdidos de uma alma antes cálida e tropeçou e gingou e bateu pandeiro e dançou e sentou numa rua de pedra gelada e solitária sozinho perdido naquela úmida e cinza cidade. E foi feliz, ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Billie-Holiday-If-you-were-mine/189765/" target="_blank"&gt;Billie Holiday - If you were mine&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=46aae2173a6699b284a4a33c451c707f"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=46aae2173a6699b284a4a33c451c707f"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=46aae2173a6699b284a4a33c451c707f" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-1634037296094721704?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/1634037296094721704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=1634037296094721704&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1634037296094721704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1634037296094721704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2009/03/breve-obviedade.html' title='Breve obviedade'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/Sc0rEhg_kwI/AAAAAAAAAEM/eKraRmejEeA/s72-c/At%C3%A9%2Bbreve.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-7299594105099610033</id><published>2008-10-18T10:54:00.003-03:00</published><updated>2008-10-18T13:54:55.898-03:00</updated><title type='text'>Sobre o Amor e Outras Coisas</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;“As famílias felizes parecem-se todas;&lt;br /&gt;as famílias infelizes são infelizes cada uma à sua maneira”&lt;br /&gt;Tolstoi, Leon&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E quanto ao menino, que faremos?”. Ele estava distraído brincando no chão de cimento queimado enquanto os dois planejavam o seu destino. De maneira alheia ao seu próprio e incerto futuro brincava e cantarolava baixinho sem abrir a boca, só deixando fluir pela caixa torácica alguns sons que reverberavam pelo seu ser e deixavam no ar uma melodia oca, que lembrava uma música de Elvis. “À merda você, com seus imprevistos, e suas desculpas!”, gritava a mulher do lado de dentro da casa. Pouco sabia do mote da discussão e as poucas palavras que chegavam a seu ouvido eram como poeiras, iguais às poeiras do chão, que vinham das terras secas de um jardim mal cuidado e com rosas murchas e mortas. Tampouco podia fazer algo a respeito, nem se atreveria a tanto, visto que da ultima vez fatídica em que se fez interar do assunto foi surrado de cinta e haveria de se lembrar disso o resto de sua vida. Nas vezes em que havia paz na casa sentia-se um menino normal, com trejeitos normais pra um menino de sete anos, e quase foi feliz nessa época. Desde muito cedo associava felicidade com momentos, curtos, efêmeros, saborosos, como pedaços de abacaxi ácidos em uma farofa tropical. Essa associação de felicidade a momentos esparsos não foi suficiente para lhe tirar a alegria de viver, que desde muito cedo entendeu também que era própria das crianças e que viria a perdê-la, cedo ou tarde, por enfastio e morosidades afins. Mas, além disso, pensava pouco no dia inevitável, aquele dia que poucos conseguem marcar num calendário. Quando se percebe já foi e não há nada que se possa fazer a respeito; um dia tornar-se-ia um adulto por alguma dor ou desgosto, ou puro convencionalismo mesmo – Não se pode ser criança para sempre. O homem do lado de dentro da casa estava muito nervoso a respeito, ou despeito, de assuntos que a mulher pugnava exigindo respostas. Não havia vagabundas, nem prostíbulos, tampouco outra mulher e filhos. Falácias. E o menino a brincar, no meio de tanta merda e sujeira. E diante de tais impropérios crescia uma consciência juvenil precoce. Um amadurecimento forçado. Estavam-no enrolando em um jornal como uma fruta verde, e esse calor de matar sufocava qualquer resistência de uma infância seqüenciada. Nascer, crescer, reproduzir, morrer. Enfim, a quarta parada estava longe e ele queria dormir e não acordar mais.&lt;br /&gt;Lembrava quando seu pai lhe dava castanhas de lata para mastigar enquanto o velho homem bebericava alguma coisa, quase sempre uma cerveja. Porém, nunca associara até a idade adulta o álcool com atitudes violentas e marginalizáveis. Sempre achou normal esse comportamento dos mais velhos e, certas feitas em que ainda havia festas na casa, que depois de algum tempo cessaram por completo e cerraram a casa num denso ar de luto sem defunto, até bebeu goles de cerveja, imprudentemente, pegando os copos com atos furtivos da mesa em que os adultos estavam jogando canastra. Não entendia por que sua tia, irmã de sua mãe, implicava tanto com o fato de existirem bebidas na casa. Foi mais ou menos nessa idade que o menino viveu suas aventuras mais insólitas, que custavam a tornar-se realidade longe das paredes descascadas e carcomidas de sua casa velha com telhas de barro e piso de tacos salteados. As aventuras, que por volta de seus trinta anos iria lembrar-se e custar a acreditar, em sua mente eram-lhe tão reais.&lt;br /&gt;De fato crianças têm imaginação fecunda para situações como essa, mas excetuando-se a feita em que lhe deram uma chavinha dourada dizendo que se tratava de uma peça rara e que existia um baú de tesouro que encaixaria perfeitamente a ela dando-lhe acesso a um mundo de riquezas, poucas vezes ornamentava ou dava floreios aos pensamentos imberbes e juvenis. Tanto mais pelo fato de seus irmãos prontamente desmentirem a história de tesouros e afins, assim que sua mãe virava as costas. Um estado quebradiço e uma consternação vinham à tona toda vez que se percebia enganado. Ficava dias sorrindo como se seu sorriso não encaixasse nas expressões vazias de seus olhos. Depois disso custaria a acreditar de novo em coisas fantasiosas, porém nas insólitas era impossível não acreditar, pois se tratava de algo além de sua imaginação, além de seu reconhecimento mundano e de falsa segurança que tinha em seu lar. Muitas vezes, por ocasiões diversas, pulavam pessoas em seu quintal. Mas um certo dia um momento de horror foi introduzido na casa por um ser até então desconhecido. A avó sempre lhe alertava a respeito de sacis e seres da floresta, porém nunca lhe deu crédito algum. Estava bem vedado contra crendices, e as situações inusitadas escolhem exatamente estas ocasiões de descrença para desbancar nossa certeza de todas as coisas. Foi no fim de uma festa, com muita cerveja, e muita carne de vaca, e costela. Os ossos jogados para o cachorro tornavam-se um deleite nos dentes afiados dele, porém o tornava uma arma em potencial, pronto para ferir a quem passasse perto. À noitinha, todos já haviam saído e o céu estava límpido e gelado. E a mulher pôs logo suas crias pra dentro e começou a fechar a casa, com presteza e cantarolando como sempre fazia e que posteriormente o menino também o faria após contrair o hábito. De repente ouviu-se um barulho seco, um estrépito, de madeira sendo golpeada e todos se sobressaltaram, e o barulho intensificou. O cachorro enfiou-se em seu covil e o ser que açoitava o portão de madeira urrava. Ninguém acreditava naquilo como situação real, mas era possível sentir um cheiro de animal passando pelas frestas do portão, um cheiro de animal grande e raivoso, e era quase possível ver os pelos eriçados em seu pescoço e sentir o calor de seu corpo colossal. A mãe após uns e outros gritos de loucura acolheu seus filhos embaixo da asa como pintinhos. E o barulho persistiu, persistiu, persistiu e cessou. Misteriosamente cessou, da mesma forma que veio. E todos ficaram abraçados muito juntos, muito pertos, muito calorosamente unidos, e podia até se ver um meio sorriso na face angelical do menino, quando o ser supostamente se foi.&lt;br /&gt;Os barulhos cessaram também dentro da casa agora que o menino resolvera levantar do chão de cimento queimado para beber um copo d’água. E o cenário dentro de sua sala e cozinha era de destruição, e cadeira quebradas e um vidro estilhaçado, provavelmente de um copo ou jarra de suco. Um prato, com resquícios de arroz e farinha e salada e vinagre, estava estranhamente agrupado no chão e o menino driblou e pulou todos obstáculos. Puxou uma cadeira e pôs no pé do armário da cozinha, subiu nela. Abriu a porta mais acima e pegou um copo. Foi até o filtro e colocou um pouco de água. Bebeu tranqüilamente. Juntou os cacos e ajeitou as cadeiras no lugar, tudo como deveria ser. Puxou a toalha da mesa e colocou o vaso com flores de plástico que estava por uma casualidade do destino embaixo da pia agora. E tentou ajeitar as coisas. Sentou-se na escada que dava acesso ao quintal dos fundos e viu os dois se abraçando, silenciosamente, como se uma nuvem os entrelaçasse e nada pudesse atingi-los. Cruzou os braços e apoiou a cabeça nos joelhos e ficou tão indefinidamente ali quanto indefinidamente durou o abraço. Após alguns anos ele haveria de se lembrar o dia em que se tornara um adulto, forçadamente. Mas a imagem que marcou mais profundamente sua alma, após tantos amores enviesados, foi o abraço dos pais no quintal dos fundos naquele dia de calor, pois sabia que em toda sua jornada talvez não encontrasse um amor daqueles.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics//41968/" target="_blank"&gt;Ray Charles - Georgia On My Mind&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="5503"&gt;&lt;param name="_cy" value="1270"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=00bfd2802d95add4e3d5394c0a1acd99"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=00bfd2802d95add4e3d5394c0a1acd99"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=00bfd2802d95add4e3d5394c0a1acd99" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-7299594105099610033?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/7299594105099610033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=7299594105099610033&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7299594105099610033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7299594105099610033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/10/sobre-o-amor-e-outras-coisas.html' title='Sobre o Amor e Outras Coisas'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-5279755714250441041</id><published>2008-10-11T12:41:00.003-03:00</published><updated>2008-10-11T12:50:12.690-03:00</updated><title type='text'>Moça, olha só o que eu te escrevi.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SPDKfQ30eSI/AAAAAAAAADk/bKo0Ip4Csik/s1600-h/g02.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255923403595217186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="242" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SPDKfQ30eSI/AAAAAAAAADk/bKo0Ip4Csik/s320/g02.gif" width="288" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Eu estava com lápis e papel na mão, dentro do ônibus que perambulava pelo centro velho de São Paulo, sacolejando e estreitando-se por ruelas de prédios e construções antigas, no intuito de lhe escrever algo. Pensei em muitas coisas, meu bem, pensei na vida. Essa talvez não seja uma carta de amor, pois não estou no espírito de amar, aquele breve fogo fátuo e borboletas no estômago nada têm a ver com o amor. Estive pensando em muita coisa e quando esse ônibus faz a curva e a mulher sacoleira, com suas muitas muambas desequilibra, eu vejo que vida possui diversos pontos de vista. Eu mesmo já tentei me expressar através de palavras sobre a minha teoria dos pontos de vista da vida e das diversas perspectivas sobre um único e pontual assunto enxergado por diversos observadores. Aquilo que pra um é a vida, é a morte pra outro, e mesmice pra outro ainda, e a chatice pra mim. Enfim, você está me acompanhando? Venha pra cá minha fulô, não se apegue a meus devaneios e extravios mentais. São como abortos de uma alma deveras transtornada.&lt;br /&gt;Um dia eu encontrei a felicidade. Ela tava sentadinha do seu lado e quando você se mexeu para procurá-la ela voou e nem disse adeus. Esvaiu-se como um sonrizal num copo de lágrimas. Um dia eu encontrei você, e era sincera, você era sincera meu bem, com seus botõezinhos em blusas de tricô colorido e com seu ar de menina inocente. Acho que foi na época que viemos do nordeste pra cá. Ou do norte, não importa. Eu tive pensando também sobre como e porque aquilo aconteceu, pois não quero morrer com a dúvida e deixar essa carta no meio de um livro de biblioteca, amarelado, até ela também ficar amarelada e alguém a encontrar e ficar curioso também sobre o motivo de tudo isso. Eu tive pensando em Carlinhos, ele está bem? Deve ser difícil superar esse tal de câncer. Mas veja, a Deus tudo é possível, não se desespere mulher. O que tá matando ele, diga-lhe assim que o encontrar, é a falta de amor. Esse homem é maluco pela mulher, ciumento à beça, deixa-a amuada, feito um passarinhozinho que nem sabe o que fazer com tanto amor desmedido. Diz pra ele que a Alzira quer ter espaço. É uma insinceridade da gota.&lt;br /&gt;Veja, esses dias mesmo fiquei pensando que o ser humano é um caso perdido, além do monumental “azar” de existirmos, e sermos miseravelmente sós, ainda nos maltratamos com nenhum ou pouco propósito. A vida é rara, e aconteceu de maneira única nesse pequeno globo aquático. A consciência sobre o que nos rodeia é infame e mortal, prefiro a ignorância das crianças. A ignorância é uma benção.&lt;br /&gt;Nada mais há para ser dito. Nada mesmo. Se ler direitinho, na letra miúda, nos espaços entre as letras e nos pingos dos is tá tudo aí. Meu ônibus tá chegando ao destino e vou ter que descer, o centro velho é tão bonito e um bom lugar pra terminar minha sina de retirante. Um retirante pensante que a partir de hoje estará sentado e fundamentará morada na praça da Sé, a santa fé, onde tudo supostamente deveria ter começado, e não se preocupe, vou tomar banho no chafariz. Venha me visitar meu bem, que este velho ainda não sabe viver sem ti, depois de tanto tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Omara-Portuondo-He-venido-a-decirte/104950/"&gt;Omara Portuondo - He venido a decirte&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=99d4c20eb5dffb6d0eb1f99c0563a7a3" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=99d4c20eb5dffb6d0eb1f99c0563a7a3" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" &gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-5279755714250441041?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/5279755714250441041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=5279755714250441041&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5279755714250441041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5279755714250441041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/10/moa-olha-s-o-que-eu-te-escrevi.html' title='Moça, olha só o que eu te escrevi.'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SPDKfQ30eSI/AAAAAAAAADk/bKo0Ip4Csik/s72-c/g02.gif' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-1272875049159581409</id><published>2008-09-12T09:13:00.002-03:00</published><updated>2008-09-12T09:23:32.996-03:00</updated><title type='text'>Chuvas de verão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SMpe2uMUekI/AAAAAAAAADI/cUTLV9n-3zQ/s1600-h/Chuva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245109010232015426" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="204" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SMpe2uMUekI/AAAAAAAAADI/cUTLV9n-3zQ/s320/Chuva.jpg" width="277" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; E&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;stava lá, com suas canelinhas finas que mal suportavam seu peso, com sua cara de passarinho amedrontado, com seus shortinhos curtos de educação física de colégio, sentado no lajeado gélido das arquibancadas da quadra esportiva, esperando sua vez, relutante, pra jogar o tal do futebol.&lt;br /&gt;Estava no alto dos seus oito anos de idade, era praticamente um homem, apesar de sua compleição física dizer o contrário. Pra falar a verdade ele estava entre os vinte mais altos da sala, que tinha vinte alunos.&lt;br /&gt;Coçou a orelha, ainda ardia o machucado atrás da mesma. Por infortúnio, enquanto estava desenhando manso e calmamente, – pois era isso que gostava de fazer, não de jogar o tal do futebol – um vidro da janela caiu sobre sua cabeça, e um estilhaço fez-lhe um bom corte, quase separando a orelha da cabeça. As crianças riram, mas ele gostou, foi pra casa mais cedo e ganhou bombons da diretora da escola como consolo.&lt;br /&gt;Mas daquela vez isso não ia acontecer, não havia nem uma janela acima de sua cabeçorra. Ele realmente gostaria de uma vidraça, um vitreaux, um telhado de vidro inteiro, pra lhe cair sobre a cabeça, fazer-lhe outro corte e poder ir pra casa desenhar seus desenhos, rabiscar seus rabiscos. Os meninos da sua idade enturmavam-se absurdamente na arte de bater com o pé na pelota. E todos sabiam da não-habilidade do menino franzino. Isso somado a sua não-vontade de jogar fazia ele sempre ser o último a ser escolhido. Já presenciara até briga entre os moleques pra não jogar com ele, que permanecia indiferente. Será que eles não entendiam que ele preferia não jogar, se não fosse a professora ditadora, ele não jogaria mesmo.&lt;br /&gt;Nesse dia fazia um calor descomunal, dia abafado de verão, uma tarde daquelas boas pra brincar com suas lanchas de plástico no tanque de roupas no quintal de sua casa. Ou então dar um banho de mangueira em seu cachorro. Mas não, tinha que jogar o tal do futebol. Sentia-se oprimido, queria fazer coisas que gostasse, nas quais fosse bom. Neste dia de grande calor ocorreu um, até então ele achava, milagre. Os meninos, uns dez ou onze, fizeram dois grupos e disseram que não ia ter espaço em nenhum dos dois times. Ele, fingindo chateação, concordou tacitamente, sem pestanejar. Maravilha é o que há! Esperaria essa aula acabar e iria pra casa fazer coisas divertidas, assistir rá-tim-bum, a pedra dos sonhos, contos de fadas, doug, rodar um peão, brincar com o cachorro e ao final rabiscar alguma coisa. Tudo corria muito bem.&lt;br /&gt;Como uma onda de mau agouro, um vento norte bateu transversalmente no ginásio, trazendo um cheiro de maresia, um cheiro de vento livre. E junto com esse vento vieram os garotos de dez anos. Muito maiores mais fortes e com maior habilidade futebolística. Eles desceram a escada no melhor estilo “os intocáveis” e vieram cruzando a quadra por trás das redes do arqueiro com uma nefasta expressão no rosto que dizia algo como “nós vamos jogar!”. A professora do terceiro Reich logo acomodou os garotos em dois grupos. Os pesadelos e a vontade de mil janelas caírem na sua cabeça começaram quando ele os contou. Nove. Faltaria um. Ele no caso. Tentou sair antes que começassem a cogitar a possibilidade de expor seu futebol “arte”. Arte demais até para Da Vinci. Tá bom, Picasso talvez o entenderia. Era um cubista do futebol. O problema é que ainda não se faziam bolas quadradas. Sua fuga foi em vão e ainda ganhou um puxão de orelha, que já estava suficientemente mal tratada. Sua enorme apreensão parece que se refletia no céu, que de azul foi a lilás, e acinzentou ao fim de tarde no bairro dos bosques. A quadra era coberta, portanto não havia a menor possibilidade de a então “promissora” chuva estragar a partida.&lt;br /&gt;A professora grita “Heil” e apita o fim do jogo dos meninos da segunda série.&lt;br /&gt;E a sua “partida” estava prestes a começar, para azar do menino que agora parecia ter engolido um osso de frango e estava entalado, com cara de que ia vomitar. Os meninos maiores davam as instruções. “Marca ali, daquele lado” e “não se esquece, você é meio-campo, ou centro-avante”. E ele fingiu entender os códigos secretos balançou a cabeça com o osso ainda atravessado na garganta. Alguns segundos antes do jogo começar, ele já imaginava os xingos e as vaias, as latas de refrigerante voando em sua direção, e a diretora dizendo que teria de afastá-lo do colégio por tão parca atuação no esporte bretão-canarinho. Os segundos duraram muitas horas, e cada gota de suor frio era uma arritmia a mais. Os meninos maiores já estavam a postos com suas caras medonhas e, “o que era aquilo?”, aposto que era um indício de barba. Ele estava decididamente morto, no meio de bárbaros com o dobro de sua estatura, portanto machados afiados nas mãos, e sede de sangue na alma. Agora não havia escapatória.&lt;br /&gt;O primeiro trovão ribombou no céu estrondoso no mesmo milésimo de segundo que a professora apitava o início da partida. O barulho foi tamanho, que a cobertura de telhas metálicas do ginásio entraram em ressonância e amplificaram o ruído. Todos se assustaram e ficaram estáticos. A partida havia ou não havia começado? A professora olhou pelo bonito vão que dava acesso ao pátio e viu que o clima não era dos melhores e quando virou as costas para dar as ordens do começo da carnificina, caiu. Caiu o mundo, literalmente. Choveu uma quantidade absurda em tão pouco tempo que ninguém era capaz de acreditar. O vão entre a quadra e o pátio não foi suficiente para conter o ímpeto da água, que veio transbordando e transladando toda a área de lazer do ginásio. O jogo estava cancelado.O menino foi pra casa sem saber se teria sido um bom centro-avante, mas ficou o resto da tarde olhando as gotas de chuva pela janela de sua casa. A chuva foi de verão, uma hora de duração, quinze bairros alagados, quatro mortes, doze deslizamentos e um jogo de meninos do ensino fundamental cancelado. Absorto em seus pensamentos, nada lhe ocorria a não ser o fato da chuva ter lhe ajudado. Começou a acreditar mais em seus pensamentos, mais em seus desejos e sonhos. Mas era jovem, jovem demais para saber do que viria após a tempestade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Elvis-Presley-Blue-Suede-Shoes/81994/" target="_blank"&gt;Elvis Presley - Blue Suede Shoes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="5503"&gt;&lt;param name="_cy" value="1270"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f02cc64ebfa4c262aa6c55a922da066a"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f02cc64ebfa4c262aa6c55a922da066a"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f02cc64ebfa4c262aa6c55a922da066a" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-1272875049159581409?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/1272875049159581409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=1272875049159581409&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1272875049159581409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1272875049159581409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/09/elvis-presley-blue-suede-shoes.html' title='Chuvas de verão'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SMpe2uMUekI/AAAAAAAAADI/cUTLV9n-3zQ/s72-c/Chuva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-5396466598014895754</id><published>2008-08-26T18:56:00.004-03:00</published><updated>2008-08-26T19:28:24.975-03:00</updated><title type='text'>Nua, Crua e sem Sal</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLSA7GSjyVI/AAAAAAAAADA/x_27IOLoH6Q/s1600-h/nua.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238954019327822162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 277px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px" height="190" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLSA7GSjyVI/AAAAAAAAADA/x_27IOLoH6Q/s320/nua.jpg" width="257" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pois estavam as duas ali, como que rodeando o homem deitado naquela maca de metal gélido e reluzente. Estavam uma de cada lado, entreolhando-se, com um certo quê de controle da situação. Afinal o homem estava morto e não havia chance dele, que jazia impávido, ser o comando das rédeas daquele teatro bizarro que se desenrolaria. Uma das mulheres estava ao lado direito, olhando por sobre o tórax do defunto, coberto com aqueles lençóis verdes de funerária, e a outra, ao lado esquerdo, estava com certa vergonha de encará-lo. Estava montado o espetáculo.&lt;br /&gt;Uma delas se chamava Gilda e tinha lindos traços latinos, bonitas mãos expressivas e um corpo esguio, daqueles que escorregam nas mãos de um homem e o levam a loucura. A outra se chamava Antônia, uma senhora de meia idade que só trabalhava na maldita funerária, pois o imprestável do seu marido preferia ficar embebedando-se o dia inteiro, com seus comparsas, na maioria velhos aposentados e solteirões que nada tinham pra fazer o dia inteiro. Como se não bastasse o desgraçado ainda chegava fedendo a bar, deitava-se de sapato na cama, e roncava. Roncava feito um porco. Antônia até havia se esquecido o que era sexo e com um marido nojento desses tornava-se óbvio o motivo. Às vezes, em silêncio, naquelas sextas-feiras, em que o traste demorava um pouco mais indo atrás de prostitutas, ela abraçava seu travesseiro e metia a mão entre as pernas, num prazer tão lânguido quanto solitário. Tão solitário. Depois chorava meia hora sem parar e dormia feito uma pedra.&lt;br /&gt;Gilda trabalhava lá por necessidade. Porém uma necessidade diferente. As necessidades dos mais jovens são sempre diferentes. Eles trabalham por um tempo, por uma grana, pra comprar um carro, pra comprar um tênis bom, pra se vestir na moda e no final todos sabemos, inclusive eles mesmos sabem, que isso tudo é só por uma trepada. Uma trepada boa, numa cama qualquer, num motel vagabundo ou não. Apenas uma trepada. E Gilda não era diferente, era jovem, e queria apenas um bico, um degrau para galgar a subida até seus maiores objetivos. Aqueles que, singelamente, chamamos de sonhos.&lt;br /&gt;Os sonhos, à medida que os anos passam, se tornam opacos como vidro embaçado. Antônia e Gilda eram dois lados, diametralmente opostos, de um cenário, de um fractal de vida.&lt;br /&gt;O homem quase esquecido nesta história continuava morto e jazia ainda na maca, que continuava gélida e metálica. Este homem um dia se chamou Claudemir. Agora era só carne putrefata e mal-cheirosa, que seria banqueteada por vermes em algumas horas. Mas o Sr.Claudemir, ou “seu Claudemir” como era chamado na sua empresa, era um bonachão quando em vida. Este galgou alguns degraus e buscou, com sua flanela em mãos, alguns sonhos. Realizou poucos. Mandar as filhas pro exterior para estudar. Comprar uma luva de Mohamed Ali. Fazer o Caminho de Santiago. Puro clichê de sociedade moderna. Mas sentia-se contente. Contentou-se com isso e o faz parecer até o presente momento, já que exibe ainda um meio sorriso no rosto, como se estivesse rindo-se. Rindo-se da sua condição mortificante.&lt;br /&gt;O seu Claudemir tem um problema, e não é cardíaco. O problema cardíaco ele não tem mais, visto que está morto. Ele não morreu por suas artérias entupidas, morreu enforcado, pela própria gravata que enroscou num exaustor de sua fábrica. Ficou em pé sete horas até encontrarem seu corpo preso pela gravata e com um meio riso na boca.&lt;br /&gt;Mas insisto em dizer que o Sr. Claudemir tem um problema. Uma irônica ereção post-mortem. Dizem que existem casos que o “dito-cujo” fica em posição de ataque, apontando pro norte, após a morte. Mas são poucos casos. Seria daí o motivo do risinho maroto? Não se sabe, nem nunca se saberá. Sabemos apenas que é uma grande ironia morrer enforcado sem saber que suas artérias estavam entupidas e que seu coração pararia num dia desses qualquer, e, além disso, ter “disposição” pra ficar de pau duro. Isso que é tesão pela vida, ou pela morte, sei lá.&lt;br /&gt;Porém o problema em si não era a ereção. Se notarmos a cara de espanto de Gilda e os lábios mordidos de Antônia, quando levantaram o lençol do morto veremos que o problema será fechar o caixão. Gilda pergunta o que fazer, com aquilo, tão... Tão... Você sabe... Robusto. Antônia diz que eram normais aqueles casos, mas não um tão... Tão... É... Você sabe... Encorpado. E Gilda ainda disse que não sabia que os gordinhos podiam ser tão... Tão... É... Como se diz... Altivos. Gilda ficou pensando e decidiu, apesar de achar desperdício, que era melhor cortar. E Antônia decidiu que era melhor quebrar. Era só sangue coagulado mesmo. Sangue que percorreu quilômetros e quilômetros por suas veias durante sua vida. Sangue que deu combustível necessário para agüentar três mulheres, quatro traições, dezesseis processos trabalhistas, incontáveis porres. Sangue que agora estava ali, coagulado, em riste.&lt;br /&gt;Antônia pôs a mão e tentou disfarçar seu tremor, apesar da condição gelada do “corpo”, a segurá-lo com força. Crispou a boca, fez força, fez simbolicamente um ato de libertação. O barulho seco que se ouviu decretava a queda do guerreiro. Gilda arfou como que cansada apesar de ter apenas olhado. Cobriram-no com o lençol. Antônia passou a mão no rosto esverdeado do cadáver e falou algo como “não deveria estar sorrindo agora, meu bem”. Gilda acabou com os encargos, limpou-lhe bem, o deixou impecável. Vestiu-lhe o seu melhor terno azul-marinho. Partiu dessa pruma melhor em grande estilo. O dia de serviço acabou e ao sair, antes de apagar a luz, Gilda olhou-o uma ultima vez. “Agora podemos fechar o seu caixão” disse rindo consigo mesma, e foi embora. Elegante saída de um encontro. Apesar do pôr do sol, Claudemir permaneceu sorrindo até o ponto final, e Gilda e Antônia decidiram tomar uma cerveja no bar da esquina. Afinal, a vida não pára.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/the-who-reing-over-me/113162/"&gt;the who - Love Reing O'er Me&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=38e1c41d5f78096fe2fc8ce9febabfa7" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=38e1c41d5f78096fe2fc8ce9febabfa7" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-5396466598014895754?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/5396466598014895754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=5396466598014895754&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5396466598014895754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5396466598014895754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/08/nua-crua-e-sem-sal.html' title='Nua, Crua e sem Sal'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLSA7GSjyVI/AAAAAAAAADA/x_27IOLoH6Q/s72-c/nua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-1100395507423102379</id><published>2008-08-23T16:20:00.003-03:00</published><updated>2008-08-23T16:58:33.497-03:00</updated><title type='text'>Em meados de outubro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLBmRx9tWiI/AAAAAAAAACw/z4rCxBC6hWE/s1600-h/palhaco[1].JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237798822287858210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 229px" height="245" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLBmRx9tWiI/AAAAAAAAACw/z4rCxBC6hWE/s320/palhaco%5B1%5D.JPG" width="240" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Outubro está aí e com ele vêm as eleições. As eleições no Brasil são facilmente encaixadas na categoria “Another Scary Movie” ou até mesmo “Freak Show”. E estamos todos acostumados e de certa forma com um leve torpor no olhar e um leve caimento nos ombros e um breve e suspirante “de novo”. Enfim, em qualquer lugar do Brasil se fala nas eleições, não por que queremos ouvir, mas por causa da propaganda eleitoral obrigatória. A política em si, em meados de outubro, é levada pouco a sério. E disso muitos sabem melhor até do que eu. Ensaístas em geral falam dos temas mais concernentes ao assunto, de maneira mais clara, porém isso não é o suficiente para mim. Na condição de indivíduo desejo manifestar minha opinião, por mais parca que possa ser.&lt;br /&gt;A opinião pública, em meados de outubro, é levada muito mais em consideração do que em outras circunstâncias. “E o datafolha confirma a subida de três pontos percentuais do candidato...”, já ouvimos e “O IBOPE indica disputa acirrada entre...”, já sabemos, “Numa simulação de segundo turno entre os candidatos...”, também. Tudo que se diz nessa época, digo, meados de outubro, é de se duvidar.&lt;br /&gt;E naquele dia aconteceu de maneira desastrosa o pior desfecho da minha tácita desconfiança na política brasileira. Descendo do ônibus e subindo a marechal eu vi os homens e mulheres com bandeiras e faixas com o candidato fulano e outros com o candidato beltrano. Eram aos montes e provocavam um trânsito enorme. Uma barulheira infernal, um misto de jingles ridículos de candidatos, buzinas de carros, gente falando e gritando, entrava no meu ouvido e ia construindo um cenário, que meus olhos já estavam acostumados a ver, mas que dessa vez era diferente. Eu via as pessoas e elas sorriam e ficavam animadas, com as músicas altas e a algazarra, como um carnaval fora de época, em meados de outubro. Era possível ainda ver as mulheres se estapeando e um mundo de crianças chorosas na fila do algodão doce que um dos candidatos distribuía. Um deles, dos candidatos eu digo, foi mais corajoso e andou pelo meio da multidão apertando a mão das pessoas com um sorriso vítreo no rosto. Passou por mim, olhou-me. Um dos “assistentes” disse-me “Este é o novo prefeito da cidade, trabalhador, gente da gente” e o cara já veio apertando minha mão. A dele era macia, bem tratada, bases nas unhas, cutícula feita, creme hidratante – Amêndoas talvez – e a minha, identificou no ato. Trabalhador com uma mão dessas só se for manicura. Nada contra, mas há controvérsias. Continuei subindo a marechal e outras pessoas tiveram suas mãos apertadas pelo homem-de-mãos-feitas e saíram sorridentes do “encontro” como quem vê uma celebridade, um artista. De fato, existe uma certa coerência. Pois é preciso representar um papel. É obvio que aquele homem de gravatas caras e sapatos lustrosos não é como a massa fátua de pessoas ao redor dele. É mais que claro que ele provavelmente pouco se importe com elas. Aquela criança, que ele segurou no colo e golfou em sua camisa comprada na Armani, ele certamente praguejou mentalmente e sem remorso.&lt;br /&gt;Chegando na praça matriz tive a grande oportunidade de ver uma briga de hastes de bandeiras do time vermelho contra o time azul. Tudo se deu por culpa de uma sabotagem do time azul que queria tapar, com uma faixa do seu partido, a propaganda do prefeito vermelho. Que por sinal tem um vice-prefeito músico, instrumentista, compositor e bacharel em direito, dizendo que apesar dos inúmeros shows ainda é campeão de presença na câmara. As bandeiradas zuniam e cortavam o ar antes de atingirem as cabeças ocas dos homens e mulheres de azul e de vermelho. Foram muitos minutos até que apartou-se naturalmente sem intervenção externa, nem polícia nem padre. Recolherem seus entulhos de papel, e seguiram a carreata. O bloco carnavalesco da marechal na praça matriz era descomunal. Aquele lugar fervia e o ópio do brasileiro é a festa e o deleite. É o mundo acabando em barranco. É se escorar e se deixar levar pela multidão frenética, pulsante, ávida, vazia, orgasmática, ébria, bêbeda, sequiosa. Como um desligamento de obrigações por um minuto, por um dia talvez. Isso sempre acaba mal, pois a quarta-feira de cinzas dos brasileiros, em meados de outubro, duram quatro longos anos.&lt;br /&gt;O final da praça me trouxe, digo a verdade nesse momento, um dos maiores sentimentos de revolta do dia. Umas mulheres estavam entregando papeizinhos de um candidato oriental, que já foi mágico, com um slogan “Ele vai acabar com os problemas da cidade num passe de mágica”. A futilidade da política me deixou num estado de consternação absoluta. Por que não se leva as campanhas mais a sério, por que não levar o povo mais a sério. Menos jingles nos domingos de manhã, acordando todo mundo e mais seriedade e propostas realistas. Sem aero-trens mirabolantes. Depois do candidato mágico, do instrumentista, do lutador, e do povo feito de palhaço, é só jogar a lona.&lt;br /&gt;Ao fim da marechal me livrei do comício que foi escorrendo rua abaixo para dar no paço ao som circense de uma caixa de música em minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Ellis-Regina-O-Bebado-e-a-Equilibrista/98747/"&gt;Ellis Regina - O Bêbado e a Equilibrista&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=85164bb781e22c12974ad6119957b060" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=85164bb781e22c12974ad6119957b060" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-1100395507423102379?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/1100395507423102379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=1100395507423102379&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1100395507423102379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/1100395507423102379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/08/em-meados-de-outubro.html' title='Em meados de outubro'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SLBmRx9tWiI/AAAAAAAAACw/z4rCxBC6hWE/s72-c/palhaco%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-2348108165738509334</id><published>2008-07-20T13:13:00.005-03:00</published><updated>2008-08-04T14:41:33.513-03:00</updated><title type='text'>O Senhor Impassível</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_0TqdChghXwU/SINlKBxSe0I/AAAAAAAAACo/EG5sugLQIto/s1600-h/ruadeserta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 246px; height: 185px;" src="http://bp3.blogger.com/_0TqdChghXwU/SINlKBxSe0I/AAAAAAAAACo/EG5sugLQIto/s320/ruadeserta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225131215628172098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Será que ele sabe das novidades que estão pintando no pedaço? Das coisas e coisas que andam fazendo e dizendo por aí? Será que sabe ou liga que falem dele?&lt;br /&gt;Ele é o Senhor Impassível e vejam só vocês como se tornam indiferentes aos olhares deste impérvio, que anda, que come, que respira, que, em alguns casos, até fala.&lt;br /&gt;Todos apostamos que ele faz de propósito, só deixar esta impressão de que é impenetrável, indiferente à dor, às alegrias, imune às paixões da vida. Na verdade, mesmo se isso for tipo - desses que as pessoas fazem com intuito de parecerem menos notáveis, mas acabam por se tornar cada vez mais comentáveis - ele não liga, ele não padece.&lt;br /&gt;Apenas continua e continua, indo para não sei onde, fazendo sabe-se lá o quê.&lt;br /&gt;Existia também um adendo dos fofoqueiros que dizia que "este aí só quer dar de bom" ou "não passa de um nariz empinado", mas quando o mesmo passava, reto e resoluto, cumprimentando apenas com um meneio de cabeça, os fofoqueiros se perguntavam aonde ia ele com tanta determinação.&lt;br /&gt;O Senhor Impassível, de fato não existia na cabeça do próprio, que às vezes achava graça daqueles que comentavam, às vezes ficava triste - será que chorava? Perguntava-se como aquelas pessoas podiam ser tão pacatas e inertes, a ponto de ter tempo para comentarem sobre este ou aquele morador. "Que vida mansa" pensava com um quê de inveja, "Que vida!".&lt;br /&gt;O Senhor Impassível - como já fora pré-conceituado - seguiu seu caminho, e antes de sumir no horizonte deixou um certo ar sereno, calmo, digno de alguém que sabe o que é ser o que não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;P.S: Texto antigo, porém que gosto muito. Como estou de férias, e antes disso não tive tempo de escrever, fica agora este pequeno e, talvez, singelo texto. Depois das férias tem mais. Bem &lt;/span&gt;mais.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Abraço à todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt; &lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Amy-Winehouse-Tears-Dry-Their-Own/62349/"&gt;Amy Winehouse - Tears Dry Their Own&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" id="mp3tube" align="middle" border="0" width="260" height="60"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=e976e4ff74ca6186a21c8aaa34ca4583"&gt;&lt;param name="quality" value="High"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=e976e4ff74ca6186a21c8aaa34ca4583" quality="High" name="mp3tube" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" align="middle" width="260" height="60"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-2348108165738509334?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/2348108165738509334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=2348108165738509334&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/2348108165738509334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/2348108165738509334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/07/o-senhor-impassvel.html' title='O Senhor Impassível'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_0TqdChghXwU/SINlKBxSe0I/AAAAAAAAACo/EG5sugLQIto/s72-c/ruadeserta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-5042898693357596007</id><published>2008-06-14T21:02:00.006-03:00</published><updated>2008-06-14T21:26:05.274-03:00</updated><title type='text'>Uma estória subterrânea.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SFReMKwiCpI/AAAAAAAAACg/_Iiy82Jay5U/s1600-h/metro_estacao_sao_paulo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211894231913859730" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" height="230" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SFReMKwiCpI/AAAAAAAAACg/_Iiy82Jay5U/s320/metro_estacao_sao_paulo.jpg" width="307" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Uma das coisas que me deixam mais frustrado é chegar até a estação de metrô e observar uma única escada rolante. Que está, obviamente, no sentido contrário ao seu. No meu caso estava subindo. Então, como não poderia ficar ali pra sempre – visto que, apesar do meu mundo das idéias não achar, já havia se passado aproximadamente 3 segundos – resolvi descer, no melhor estilo “brave”, a escada normal. Puxei minha mochila, fechei a cara e desci, rápido e esguio.&lt;br /&gt;É fato que isso não tem a menor importância. Pois ainda aconteceram coisas.&lt;br /&gt;Desci mais uma escada. Dessa vez, rolante. E me permiti parar em algum ponto aleatório da plataforma destino alto do Ipiranga. Alguns minutos passariam até que o metrô chegasse, com seus assentos duros e marrons, que nunca cabem uma perna inteira e sempre machucam os joelhos, e eu embarcasse na maior viagem de toda minha vida de metrô.&lt;br /&gt;Enquanto não chegava, aquela garota parou ao meu lado, com seu copo verde, cheio de um suco laranja. Ela tinha saias roxas, com bolinhas, sapatos escuros, com bolinhas, e óculos carmim, com listrinhas, pois bolinhas em óculos são extremamente demodê.&lt;br /&gt;A garota é apenas mais um fato sem importância, pois ainda aconteceram coisas. E ficou claro que ela parou ao meu lado no momento que o tal metrô parou na plataforma. O vão da porta estava em mim, mi-li-mé-tri-ca-men-te. Talvez a garota soubesse que o trem pararia ali. Tem pessoas que até marcam lugares em plataformas. E dessa vez aconteceu de, sem marcar ou planejar, a porta estar na minha frente, com sua borracha divisória alinhada e perfeitamente paralela com a linha meridional da minha coluna. Por um ou dois segundos, um pouco mais no meu mundo das idéias, isso me fez lembrar que sou um animal de simetria bilateral. Por um ou dois segundos isso me fez lembrar que sou um animal.&lt;br /&gt;Adentrar não foi difícil. Até arranjei rapidamente onde me sentar.&lt;br /&gt;A minha frente estava uma senhora, com uma bengala na mão esquerda, cara fechada, óculos na ponta do nariz, gorda. Ao lado esquerdo da senhora, uma mocinha, gótica, de preto, de piercing, de mal com a vida. Ao lado esquerdo da mocinha, um homem, meia idade, barba rala, camisa de time, mochila, jornal na mão, o mundo nas costas.&lt;br /&gt;A mocinha aproveitou pouco o assento duro e marrom, pois na estação seguinte entrou uma moça com um bebê no colo. A mocinha gótica levantou-se não por educação, mas para que não lhe dirigissem a palavra. Por isso o fez o mais rápido e prontamente que conseguiu.&lt;br /&gt;Assim que a moça com o bebê sentou-se o homem de meia idade fez cara feia, a senhora girou a bengala entre as palmas de suas mãos velhas e a mocinha fez uma boca torta.&lt;br /&gt;Quando o bebê abriu os olhinhos, o homem de meia idade fingiu que não viu, a senhora se aproximou e observou como quem observa um tomate bom pra se comprar, a mocinha fez cara de que queria cortar os pulsos.&lt;br /&gt;Quando o homem gesticulou fortemente para virar a página do jornal, a senhora fez cara de desaprovação e bufou, o bebê passou a mão singelamente em seus poucos cabelos e espirrou, a mocinha cansada do mundo e de suas meias rasgadas se virou.&lt;br /&gt;Quando a mãe ajeitou a manta do bebê, o homem de meia idade sentiu que seu espaço estava sendo invadido, a senhora olhava com uma contemplação que só a idade traz e sentia saudades, talvez de ser bebê, talvez de ser mãe, e a mocinha meteu um fone em seus ouvidos com música mais alta que um tímpano agüenta.&lt;br /&gt;A senhora que certamente deve sentir falta dos amores bravios, das paixões bobas, do bem-me-quer-mal-me-quer nas margaridas e dos banhos de chuva.&lt;br /&gt;O homem que certamente deve trabalhar muito e ganhar pouco, já não tem sonhos de criança, nem a contemplação e sabedoria da velhice.&lt;br /&gt;A menina adolescente, que por definição é um ser inconstante, estava num momento de rebeldia, de ultra-violencia e auto-comiseração.&lt;br /&gt;A mãe do bebê estava indiferente a tudo e a todos, só pensava no maldito preço do leite ninho e das fraldas descartáveis.&lt;br /&gt;O bebê? Bom, o bebê sorriu.&lt;br /&gt;Quando o bebê sorriu, o homem de meia idade olhou pro vidro, a senhora sorriu, a mocinha sorriu. Eu sorri.&lt;br /&gt;Na estação paraíso a mãe do bebê apesar de indiferente ajudou a velhinha a se levantar e todos desceram, menos o homem de meia idade, que displicentemente girou sobre seus quadris cruzou uma das pernas sobre o assento ao lado, abrindo outra página do jornaleco.Com isso há de se admitir, que viajem meu amigo... Que viajem. Os bonzinhos vão pro paraíso...Os malvados? Ah, esses vão pra Ana Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/The-Beatles-Eleanor-Rigby/27893/" target="_blank"&gt;The Beatles - Eleanor Rigby&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=05c67ea331ac581df26d80be11dbb8d6"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=05c67ea331ac581df26d80be11dbb8d6"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=05c67ea331ac581df26d80be11dbb8d6" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-5042898693357596007?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/5042898693357596007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=5042898693357596007&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5042898693357596007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/5042898693357596007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/06/uma-estria-subterrnea.html' title='Uma estória subterrânea.'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SFReMKwiCpI/AAAAAAAAACg/_Iiy82Jay5U/s72-c/metro_estacao_sao_paulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-7162150761434090307</id><published>2008-06-04T19:27:00.005-03:00</published><updated>2008-06-15T13:51:26.420-03:00</updated><title type='text'>Para mais informações, vide bula.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SEcZZpFk1pI/AAAAAAAAABk/3IKHK7itDXw/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208159422393931410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px" height="202" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SEcZZpFk1pI/AAAAAAAAABk/3IKHK7itDXw/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" width="243" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Planejar é uma coisa engraçada. Você planeja, escolhe, aponta, seleciona. Diz, mais disso, um pouco menos daquilo, um tanto mais daquilo outro. E seguindo, praticamente às cegas, você continua a fazer escolhas que parecem fazer o maior sentido. O ato de planejar é algo que vem dos tempos remotos, ou não, mas o fato é que todos hoje em dia planejam coisas.&lt;br /&gt;Aquele bolo no dia do casamento. Aquelas flores. Aquela bebida. Aquela luz. Aquela pessoa. E por aí vai.&lt;br /&gt;A problemática em planejar vem a seguir. Ninguém imagina que vai chover ou que ônibus atrasará. Você nunca desconfiaria que aquele inocente cachorro-quente que comeu iria te dar um gorfo de catchup na camisa branca nos fatídicos minutos antes daquela reunião importante. E tampouco você imagina que o pneu vai furar, e você vai estar a 8 km da borracharia mais próxima.&lt;br /&gt;Uma das frases que eu guardo com mais esmero é:&lt;br /&gt;“Espere o melhor, planeje para o pior”.&lt;br /&gt;Antes de ser atacado por comentários do tipo “O senhor é um pessimista, um chauvinista, um separatista, um nazista, um petista” e afins, deixe me alertá-lo sobre como o universo conspira contra você, de modo que seus planos dêem o mais errado possível.&lt;br /&gt;Se você planejou um pic-nic, com aquela pessoa especial, num dia especial de verão, meados de dezembro, num parque a céu aberto, é mais que certo que choverá.&lt;br /&gt;Não por um motivo especial, ou porque uma frente fria chocou-se com uma quente. Apenas choverá, rápido e misteriosamente, choverá. Por esse motivo, leve toalhas de plástico, são boas para cobrir a cabeça num momento como esse.&lt;br /&gt;Se você está se preparando para uma entrevista de emprego há uma semana, revendo cada detalhe, cuidado. O seu carro possivelmente irá quebrar um dia antes. E é óbvio que você tentará o plano B, ir de metrô. “Mas é claro, pois o metrô é mais rápido, e não tem trânsito”. Você só não contava com a gorda mal-humorada que estava na porta, quando sua estação chegou, e você perdeu onde tinha que descer. E ao descer na próxima, estará esgotado, despenteado e amassado. A propósito, leve um guarda-chuvinha por via das dúvidas.&lt;br /&gt;Se você planejou aquele churrasquinho de dia das mães, prepare-se. Choverá.&lt;br /&gt;Se você planejou dar o melhor de si, contente-se com pior. Nada do que você fez ou faz dará certo quando você quer. Parafraseando o fantástico Caio F. “É preciso estar despreparado e sem esperar nada”. A melhor festa é aquela de improviso.&lt;br /&gt;Ainda posso sentir o gosto daquele beijo roubado e daquele sorriso sem compromisso. Daquela festa surpresa, surpresa de verdade. Daquele riso arrancado. E daquela chuva, daquele banho chuva, que não se esperava, mas que fez tudo ficar estranhamente bonito quando veio.&lt;br /&gt;Acho que ter metas é fundamental, cumpri-las ou não faz parte de um processo. Que não implica, necessariamente, em planejar meticulosamente.&lt;br /&gt;Planejar demais levam as pessoas a ansear demais. E esperar demais.&lt;br /&gt;Meu coração cansou de ansear. E eu já comprei-lhe um guarda-chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/The-Modern-Jazz-Quartet-In-A-Sentimental-Mood/107034/" target="_blank"&gt;The Modern Jazz Quartet - In A Sentimental Mood&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=51fb6992803517253e5696f24cd736ac"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=51fb6992803517253e5696f24cd736ac"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=51fb6992803517253e5696f24cd736ac" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-7162150761434090307?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/7162150761434090307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=7162150761434090307&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7162150761434090307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/7162150761434090307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/06/modern-jazz-quartet-in-sentimental-mood.html' title='Para mais informações, vide bula.'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0TqdChghXwU/SEcZZpFk1pI/AAAAAAAAABk/3IKHK7itDXw/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1539467489416196803.post-3101819961372088210</id><published>2008-05-29T20:17:00.005-03:00</published><updated>2008-06-15T13:53:17.504-03:00</updated><title type='text'>O maior conto sobre exageros do mundo.</title><content type='html'>Nada de exageros. Acho que esse é um dos meus lemas primeiros. Com raras exceções, em que o exagero tende a ser o mais sensato a se fazer, tento manter a parcimônia. Os exageros mais exagerados da minha vida me levaram a momentos fantásticos, idílicos – e etílicos certamente –, surpreendentes e sensacionais. Mas nada de prazeroso passa em branco aos olhos do criador. Dando literalmente fé à teoria de que comer a maçã é a pior coisa que se pode fazer. As ressacas medonhas e as aflitivas dores de cabeça, seguida de uma perene vontade de nascer ao contrário, são apenas alguns dos “castigos” que lhe aguarda se ousar cruzar a tal linha do bom senso.&lt;br /&gt;Contudo não confunda, meu caro amigo, um ato impensado ou até mesmo um mimo com exagero. Pois os exagerados o são com muita propriedade e fazem tudo, e digo absolutamente tudo, para não perder o tal posto. Não que isso traga algum status. Até por que status de nada serve a não ser ostentar aparências frívolas e tolas. E os exagerados nada têm de frívolos. Certamente são tolos, mas não frívolos. Com isso chega-se à conclusão de que o indivíduo está para meio-exagerado assim como uma mulher está para meio-grávida.&lt;br /&gt;Fazer-me enfático em relação às diferenças abissais entre um exagerado e os não-exagerados é de extrema importância. Um homem de negócios com muito dinheiro, num momento de extravagância, pode comprar um anel de brilhantes de 1 milhão de dólares para sua amada. Um ato impensado, um mimo. Um homem exagerado daria a mulher amada o maior anel de brilhantes do mundo, com 456 diamantes incrustados, feito em ouro maciço 24 quilates, pesando 3,6 quilos. Um trambolho que possivelmente não serviria nem para adornar um cômodo.&lt;br /&gt;A analogia, apesar de parca, me fez lembrar de uma certa feita em que eu e meus amigos folheávamos o tal famoso livro dos recordes. Em meio a um turbilhão de absurdos, um mais absurdo que o outro, destacava-se o homem que puxava um carro com as pálpebras, um outro que atirava leite pelo olho, o que empilhava mais lesmas na cara e o que assobiava por mais tempo com uma tarântula na boca. Todos absurdamente insensatos, fazendo coisas ridículas, para fazer parte de um livro exagerado. E apesar de exagerado me proporcionou muitos momentos de riso. Riso incontido. Um riso de saber que tem doido pra tudo.&lt;br /&gt;Não faço censura tampouco propaganda de que você o leia. Porém, vá com espírito preparado e com estômago a postos. Afinal algumas colocações de fato são de doer, como a maior densidade e temperatura do universo, o infinito. Me diz como bater esse recorde. Entretenimento de massa como esse é exagerado assim como os fogos de artifícios e efeitos especiais do cinema Hollywoodiano. Um baita exagero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1539467489416196803-3101819961372088210?l=teoriadoflogistico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/feeds/3101819961372088210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1539467489416196803&amp;postID=3101819961372088210&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/3101819961372088210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1539467489416196803/posts/default/3101819961372088210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teoriadoflogistico.blogspot.com/2008/05/o-maior-conto-sobre-exageros-do-mundo.html' title='O maior conto sobre exageros do mundo.'/><author><name>Zé Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15614820452143486641</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_0TqdChghXwU/SEHoJwMmidI/AAAAAAAAABA/Ealg8EF7-1g/S220/blog.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
